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	<title>AR &#187; Filmes</title>
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	<description>4° Festival de cinema argentino &#124; CINEMATECA PORTUGUESA - CINEMA  SãO JORGE &#124; 21 A 24 DE JUNHO DE 2018</description>
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		<title>LAS CINÉPHILAS, María Álvarez</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 22:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Documentário, 2017, 81’ Interessa-me o mundo interior, é isso que te pode salvar na velhice, diz a realizadora a propósito deste filme enternecedor sobre o passar do tempo, sobre a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário, 2017, 81’</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Interessa-me o mundo interior, é isso que te pode salvar na velhice</em>, diz a realizadora a propósito deste filme enternecedor sobre o passar do tempo, sobre a cinefilia. Álvarez acompanha seis mulheres reformadas em três países diferentes, Argentina, Espanha e Uruguai, que partilham um amor imenso pelo cinema. Através de conversas, confissões, deambulações por Montevidéu, à varanda num lusco-fusco de Madrid, ao atravessar uma rua em Buenos Aires ou numa corrida para chegar à sala durante o festival de Mar del Plata, sabemos mais sobre estas mulheres que nos falam, por exemplo, sobre Bergman ou que procuram o tempo perdido de Proust. A câmara é, em todos os momentos, respeitadora e cúmplice e elas, agora também elas, tal como as estrelas de cinema que todas as tardes visitam, <em>perdurarão</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Locarno 2017</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>María Álvarez</strong> | Argumento <strong>María Álvarez</strong> | Fotografia <strong>Tirso Díaz-Jares Rueda</strong> | Montagem <strong>María Álvarez</strong> | Interpretação <strong>Paloma Diez-Picasso</strong>, <strong>Chelo Domínguez</strong>, <strong>Estela Clavería</strong>, <strong>Norma Bárbaro</strong>, <strong>Lucía Aguirre</strong> | Produção <strong>Tirso Díaz-Jares Rueda</strong>, <strong>María Álvarez</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/209605249?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="LAS CINEPHILAS - TRAILER - English Subtitles" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>DOS DISPAROS, Martín Rejtman</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2014 22:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2014, 104’ ​Literalmente, dois disparos desencadeiam esta história. Uma madrugada, Mariano, um adolescente de 17 anos, encontra um revólver em casa e, sem pensar, aponta a arma e dispara [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2014, 104’</p>
<p style="text-align: justify;">​Literalmente, dois disparos desencadeiam esta história. Uma madrugada, Mariano, um adolescente de 17 anos, encontra um revólver em casa e, sem pensar, aponta a arma e dispara duas vezes. Sobrevive. Ninguém está desesperado nem antes nem depois desta ação. No entanto, a sua mãe, uma advogada de férias, o seu irmão técnico de informática, a rapariga que conhece, o quarteto de flauta e uns companheiros de viagem à costa atlântica, digamos que na sua plena normalidade, não estarão. As acções de todas as personagens constroem o ambiente sem que seja preciso explicar alguma coisa. Rejtman entrega-nos um delicioso melodrama que vai absorvendo pouco a pouco esse humor absurdo e elegante, tão particular do realizador.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Locarno 2014</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Martín Rejtman</strong> | Argumento<strong> Martín Rejtman</strong> | Fotografia <strong>Lucio Bonelli</strong> | Montagem <strong>Martín Mainoli</strong> | Som <strong>Diego Martínez Rivero</strong>, <strong>David Miranda Hardy</strong> | Interpretação <strong>Rafael Federman</strong>, <strong>Susana Pampín</strong>, <strong>Benjamín Coelho</strong>, <strong>Camila Fabbri</strong>, <strong>Manuela Martelli</strong>, <strong>María Inés Sancerni</strong>, <strong>Walter Jakob</strong>, <strong>Laura Paredes</strong>, <strong>Eleonora Capobianco</strong>, <strong>Daniela Pal</strong>, <strong>Fabián Arenillas</strong>, <strong>Claudia Cantero</strong>, <strong>Mariel Fernández</strong>, <strong>Fernando Contigiani García</strong> | Produção <strong>Violeta Bava</strong>, <strong>Bruno Bettati</strong>, <strong>Christoph Friedel</strong>, <strong>Jan van der Zanden</strong>, <strong>Ilse Hughan</strong>, <strong>Ruda Cine</strong>, <strong>Jirafa Films</strong>, <strong>Pandora Films</strong>, <strong>Waterland</strong>, <strong>Fortuna Films</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/157275576?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="Dois disparos - trailer" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>COPACABANA, Martín Rejtman</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 21:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário, 2007, 56’ ​Nesta sua primeira incursão no documentário, Rejtman acompanha e regista a comunidade boliviana no bairro de Charrúa, periferia de Buenos Aires, nas festas em honra da Nossa [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário, 2007, 56’</p>
<p style="text-align: justify;">​Nesta sua primeira incursão no documentário, Rejtman acompanha e regista a comunidade boliviana no bairro de Charrúa, periferia de Buenos Aires, nas festas em honra da Nossa Senhora de Copacabana. Esta é uma celebração anual que transcende a própria religião, tal como este trabalho transcende o seu próprio género e instala-se, também ele, na periferia do olhar. Quieto e atento, com uma enorme elegância e sentido diegético, o realizador entrega histórias que duram o que dura o ensaio de um baile. E filma a alegria, a devoção, as excepções e os quotidianos, a câmara instala-se aí com um profundo respeito e um fascínio discreto mas consequente. Nas suas palavras, <em>deixei-me levar pelo prazer da contemplação</em>, e o resultado é este trabalho potente e luminoso.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Locarno 2007</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Martín Rejtman</strong> | Argumento <strong>Martín Rejtman</strong> | Fotografia <strong>Diego Poleri</strong> | Montagem <strong>Martín Mainoli</strong> | Som <strong>Jesica Suárez</strong> | Produção <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Ruda Cine</strong>, <strong>Ciudad Abierta</strong>, <strong>Morocha Films </strong></span></p>
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		<title>UNA CIUDAD DE PROVINCIA, Rodrigo Moreno</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2014 18:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 88’ ​Colón, em Entre Ríos, é esta cidade de província. O realizador, através de um notável trabalho de campo, descobre e relata esta forma de vida colectiva, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2017, 88’</p>
<p style="text-align: justify;">​Colón, em Entre Ríos, é esta cidade de província. O realizador, através de um notável trabalho de campo, descobre e relata esta forma de vida colectiva, o quotidiano, os ofícios, a espera, os enredos, o ócio, o jogo do “truco”. Um trabalho de montagem exemplar (Martín Mainoli, Ignacio Masllorens e o próprio realizador) constrói a estrutura e impõe o tom, claro e por camadas. Ao fundo, os cães e mais lá ao fundo, o rio.  Um fresco da Argentina interior, bem distante da cosmopolita cidade de Buenos Aires, um filme que se instala e acumula. E que escuta. Um encontro feliz entre o cinema e a realidade. <em>Chegámos a seguir cães vadios até ao infinito como método de trabalho. Não há nada de transcendente aqui e isso é o que torna este lugar único</em>, conta Moreno.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Rotterdam 2017</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Rodrigo Moreno</strong> | Argumento <strong>Rodrigo Moreno</strong> | Fotografia <strong>Alejo Maglio</strong> | Montagem <strong>Martín Mainoli</strong>, <strong>Rodrigo Moreno</strong>, <strong>Ignacio Masllorens</strong> | Som <strong>Catriel Vildosola</strong> | Produção <strong>Rodrigo Moreno</strong>, <strong>Agustín Gagliardi</strong>, <strong>Compañía Amateur,</strong> <strong>Capataz Cine</strong><br />
</span></p>
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		<title>FIORA, Martina Juncadella e Martín Vilela</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Feb 2014 21:38:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Documentário, 2017, 17’ Fiora é a avó da Martina e esta curta acontece durante um almoço que é também uma viagem ao passado. Num registo cheio de ternura, amores impossíveis [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário, 2017, 17’</p>
<p style="text-align: justify;">Fiora é a avó da Martina e esta curta acontece durante um almoço que é também uma viagem ao passado. Num registo cheio de ternura, amores impossíveis (não) convivem com o período mais negro da história da Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Martina Juncadella</strong>, <strong>Martín Vilela</strong> | Argumento <strong>Martina Juncadella</strong>, <strong>Martín Vilela</strong> | Fotografia <strong>Martín Vilela</strong> | Montagem <strong>Martina Juncadella</strong>, <strong>Martín Vilela</strong> | Interpretação <strong>Fiora Vignali</strong>, <strong>Martina Juncadella</strong> | Produção <strong>Martina Juncadella</strong>, <strong>Martín Vilela</strong></span></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/210666617?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="FIORA - TRAILER" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>SOLDADO, Manuel Abramovich</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Feb 2014 18:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Documentário, 2017, 72’ ​Porque é que quer ser militar? Responde o soldado algures no início do filme: Porque preciso de um emprego e para fazer a minha mãe feliz. Abramovich, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário, 2017, 72’</p>
<p style="text-align: justify;"><em>​Porque é que quer ser militar?</em> Responde o soldado algures no início do filme: <em>Porque preciso de um emprego e para fazer a minha mãe feliz</em>. Abramovich, nesta sua segunda longa-metragem, depois de<em> Solar</em> (AR 2017), entrega-nos, sem concessões e com grande precisão, um retrato perfeitamente equilibrado entre a vulnerabilidade do jovem homem e a rigidez da instituição. Ao som das marchas militares, a câmara fecha-se sobre o protagonista, quase sempre em grande plano. Aprende-se a fazer a cama de três maneiras diferentes e a disparar, trabalha-se a rotina. Está-se sozinho. <em>Soldado</em> é tudo isto e é também uma reflexão sobre o significa pertencer ao Exército num país sem guerra, é um ensaio sobre uma mitologia hierárquica sendo que, aqui, finalmente, a pirâmide é invertida.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Berlinale 2017</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Manuel Abramovich</strong> | Argumento <strong>Manuel Abramovich</strong> | Fotografia <strong>Manuel Abramovich</strong> | Montagem <strong>Anita Remón</strong> | Som <strong>Sofía Straface</strong> | Interpretação <strong>Juan José González</strong> | Produção <strong>Gema Juárez Allen</strong>, <strong>Alejandra Grinschpun</strong>, <strong>Gema Films</strong>, <strong>Sake Argentina</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/257131951?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="Soldado Trailer 1" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>ANTES DE IRME, Mariana Sanguinetti</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2014 20:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 10’ O ex-namorado da Jimena vive agora onde antes viveram os dois. Ela ainda tem a chave do apartamento e coisas para lhe dizer. Sanguinetti ensaia uma homenagem [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2017, 10’</p>
<p style="text-align: justify;">O ex-namorado da Jimena vive agora onde antes viveram os dois. Ela ainda tem a chave do apartamento e coisas para lhe dizer. Sanguinetti ensaia uma homenagem à intimidade com graça e coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Realização <strong>Mariana Sanguinetti</strong> | Argumento <strong>Mariana Sanguinetti</strong> | Fotografia <strong>Diego Esparza Jiménez</strong> | Montagem <strong>Sonia Stigliano</strong> | Som <strong>Diego Tamayo Gutiérrez</strong> | Interpretação <strong>Agostina Luz López</strong>, <strong>Daniel Surasky</strong> | Produção <strong>Sonia Stigliano</strong>, <strong>Universidad del Cine</strong>, <strong>VAIVEM</strong></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/201957008?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="Antes de irme trailer" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>SILVIA PRIETO, Martín Rejtman</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 20:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 1999, 92’ ​No dia em que faz vinte e sete anos, Silvia Prieto (uma singular Rosario Blesfári) decide mudar a sua vida. Não sabemos quase nada de como era [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 1999, 92’</p>
<p style="text-align: justify;">​No dia em que faz vinte e sete anos, Silvia Prieto (uma singular Rosario Blesfári) decide mudar a sua vida. Não sabemos quase nada de como era antes e seguimo-la numa cadeia de acções e encontros com uma engenhosa galeria de personagens que, afinal, são familiares. Soltamos pontas atadas e percebemos que quase nada é o que parece. E ainda bem, chama-se “entrega”. Rejtman, com este filme, um dos mais importantes da história do cinema argentino, leva-nos para dentro do seu universo. A multiplicação do eu até desaparecer, o canário que não canta, uns quarenta e oito cafés e vinte garotos, objectos, sempre os objectos, um casaco Armani e o frango cortado em doze partes iguais. Obsessão e detalhes porque <em>por favor, uma mulher é uma mulher</em>, reza Godard citado neste filme.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Locarno 1999</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Martín Rejtman</strong> | Argumento <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Valeria Paván</strong> | Fotografia <strong>Paula Grandío</strong> | Montagem <strong>Gustavo Codella</strong> | Som <strong>Néstor Frenkel</strong>, <strong>Javier Ntaca</strong>, <strong>Víctor Tendler</strong> | Interpretação <strong>Rosario Bléfari</strong>, <strong>Marcelo Zanelli</strong>, <strong>Susana Pampin</strong>, <strong>Gabriel Fernández Capello (Vicentico)</strong>, <strong>Valeria Bertuccelli</strong> | Produção <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Hernán Musaluppi</strong></span></p>
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		<title>MOCHILA DE PLOMO, Darío Mascambroni</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 20:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 67’ ​Depois de Primero Enero (AR 2017), Mascambroni volta com este belíssimo Mochila de Plomo (mochila de chumbo) a filmar em Córdoba, essa província que tem originado alguns [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficção, 2017, 67’</p>
<p style="text-align: justify;">​Depois de <em>Primero Enero</em> (AR 2017), Mascambroni volta com este belíssimo <em>Mochila de Plomo</em> (mochila de chumbo) a filmar em Córdoba, essa província que tem originado alguns dos mais estimulantes títulos do cinema argentino contemporâneo. Tomás tem 12 anos, é inquieto e consciente do mundo que o rodeia, e vive com a mãe. Perdeu o pai há uns anos mas não sabe bem como e, junto ao seu amigo Pinchín e com uma arma na mochila, vai à procura do sentido por detrás de tantos relatos contraditórios e de sucessivos eufemismos. <em>Quase tudo o que nos acontece na adolescência é determinante e, paradoxalmente, é quando menos temos controlo sobre as nossas vidas</em>, diz a propósito do filme este jovem realizador que empunha um pincel maduro no meio do painel humano.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Berlinale 2018</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Darío Mascambroni</strong> | Argumento <strong>Darío Mascambroni</strong>, <strong>Miguel Ángel Papalini</strong>, <strong>Florencia Wehbe</strong> | Fotografia <strong>Nadir Medina</strong> | Montagem<strong> Lucía Torres</strong> | Som <strong>Martín Alaluf</strong> | Interpretação <strong>Facundo Underwood</strong>, <strong>Gerardo Pascual</strong>, <strong>Elisa Gagliano</strong>, <strong>Agustín Rittano</strong>, <strong>Osvaldo Wehbe</strong>, <strong>Rubén Gattino</strong> | Produção <strong>Fernanda Rocca</strong>, <strong>Darío Mascambroni</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/254762129?app_id=122963" width="640" height="346" frameborder="0" title="TRAILER MOCHILA DE PLOMO" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>LA VENDEDORA DE FÓSFOROS, Alejo Moguillansky</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 20:51:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 71’ Em 2014 o compositor alemão Helmut Lachenmann apresentou a sua versão de A Pequena Vendedora de Fósforos de Hans Christian Andersen no Teatro Colón em Buenos Aires. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2017, 71’</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2014 o compositor alemão Helmut Lachenmann apresentou a sua versão de <em>A Pequena Vendedora de Fósforos</em> de Hans Christian Andersen no Teatro Colón em Buenos Aires. A partir daqui, Moguillansky lança-nos numa órbita de menções e referências. Um casal portenho e a sua pequena filha, uma cidade em plena greve de transportes, uma orquestra em crise de função pública, uma brilhante pianista (Margarita Fernández), sempre algum humor, um guerrilheiro do exército vermelho alemão e o <em>Au Hasard Balthazar</em> de Robert Bresson a certa altura marca o ritmo. Pouca pausa. Enredos e desventuras várias, um aguçado sentido lúdico e coreográfico e a prova de que El Pampero Cine é uma das mais interessantes produtoras cinematográficas latino-americanas.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; BAFICI 2017</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Alejo Moguillansky</strong> | Argumento <strong>Alejo Moguillansky</strong> | Fotografia <strong>Inés Duacastella</strong> | Montagem <strong>Alejo Moguillansky</strong>, <strong>Walter Jakob</strong> | Som <strong>Marcos Canosa</strong> | Interpretação <strong>María Villar</strong>, <strong>Walter Jakob</strong>, <strong>Helmut Lachenmann</strong>, <strong>Margarita Fernández</strong>, <strong>Cleo Moguillansky</strong> | Produção <strong>Eugenia Campos Guevara</strong>, <strong>El Pampero Cine</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/248495522?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="EL PORVENIR - La Vendedora de Fosforos" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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