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	<title>AR &#187; Festival</title>
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	<description>4° Festival de cinema argentino &#124; CINEMATECA PORTUGUESA - CINEMA  SãO JORGE &#124; 21 A 24 DE JUNHO DE 2018</description>
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		<title>O que vem do AR outra vez</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta quarta edição do AR &#8211; Festival de Cinema Argentino, continuamos a defender que um festival de cinema é mais do que um festival de cinema. É, por um lado, um ponto de vista, por outro, um ponto de encontro. Sobretudo quando se trata de uma “festa” que celebra o olhar de cineastas de um determinado país sobre a realidade. O cinema de autor é a síntese<em> </em>deste mundo imperfeito e felizmente tosco, contado de forma independente e sem constrangimentos, onde nos encontramos todos. Ao longo destes quatro anos, temos acompanhado o crescimento e as pulsões do cinema de autor argentino contemporâneo, que se destaca como um dos mais desafiantes e coerentes do panorama cinematográfico Ibero Americano. Gostamos de pensar o AR como um festival que conta um conto e acrescenta-lhe um ponto&#8230; argentino.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano realizamos um desejo antigo: aliarmo-nos à Cinemateca Portuguesa (um agradecimento especial ao João Rosas e ao Manuel Mozos) para homenagear um realizador que admiramos, um dos fundadores do <em>Nuevo Cine Argentino </em>nascido naquela malograda década de noventa: Martín Rejtman. O AR volta, assim, a bifurcar-se em duas secções complementares: uma retrospectiva na Cinemateca e a habitual secção Panorama no Cinema São Jorge.</p>
<p style="text-align: justify;">Espera-nos uma edição cheia de <em>acção</em>. Isto porque, depois de a edição passada ter sido em parte dedicada à literatura adaptada ao cinema com a aliança às Bibliotecas de Lisboa e ao evento Passado e Presente – Lisboa Capital Ibero Americana de Cultura, este ano o AR entrega-se completamente ao impulso dos protagonistas e o epicentro da programação é a acção. Neste caso, mais do que um género, é um movimento gerador de dramaturgias, percursor de ideias e definidor de <em>personas</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A retrospectiva de Martín Rejtman que, graças ao apoio do IPDAL e da EGEAC, estará presente em Lisboa para apresentar os seus filmes e conversar com o público, é composta pelas suas seis longas-metragens, atravessadas por uma galeria de personagens que contemplam pouco e <em>fazem </em>muito. Este realizador, cuja singularidade autoral se destaca por mostrar o que o dia-a-dia encobre, propõe, através de uma engenharia edificada por sucessivas acções, atmosferas estranhas que se transformam em normalidade. E, aí mesmo, onde o maniqueísmo se teria instalado confortavelmente caso pudesse, impera uma ambiguidade muito mais brilhante e sedutora, uma proposta formal que ajudou a acabar com uma época de filmes faustosos, pouco iluminados e personagens miseráveis, naquele obsoleto panorama cinematográfico argentino do início dos anos noventa. O <em>Nuevo Cine Argentino </em>nasce a meio dessa década engendrado por várias vozes como a da Lucrécia Martel ou da Albertina Carri, paralelo ao surgimento de várias escolas de artes visuais e da promulgação de uma lei do cinema que apoiaria novos autores e uma geração heterodoxa criada no rescaldo da ditadura militar. Trata-se de uma geração ávida por implodir com os cânones de uma Argentina atravessada por uma forte política neo-liberal durante demasiados anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A aceitação, inclusão e a quase normalização da surpresa, são o material de trabalho de Rejtman que constrói, sobre estas bases, o seu universo. Por exemplo, o roubo de uma mota e a radiografia marginal da classe média em <em>Rapado</em>, o vigésimo sétimo aniversário e o desejo de mudar de vida em <em>Sílvia Prieto</em>, uma separação e uma sucessão de hiperligações em <em>Los Guantes Mágicos</em>, os ensaios de um baile e a devoção no seio da comunidade boliviana residente em Buenos Aires em <em>Copacabana</em>, a disrupção do ensino dramático como objecto de estudo em <em>Entrenamiento Elemental para Actores </em>ou, literalmente, alguém que dá <em>Dois Disparos </em>na cabeça e sobrevive. Todos os ambientes e desenlaces dramáticos provêm, numa primeira instância, das acções que levam a cabo os protagonistas. Uma poética que advém de uma acumulação que avança, como se tudo fosse lícito, dentro de uma lógica algo assombrada e descomposta mas sempre pontuada por um irresistível humor.</p>
<p style="text-align: justify;">A secção Panorama é composta por cinco ficções, dois documentários e cinco curtas-metragens quase todas de 2017 e inéditas em Portugal. Uma múltipla perspectiva humanista centrada em infatigáveis personagens, todas elas  (per)seguidas de perto. Dois adolescentes de olhar maduro procuram, respectiva e desesperadamente, uma resposta, em <em>Mochila de Plomo </em>(Dario Mascambroni) e <em>Invisible </em>(Pablo Giordelli). Jovens adultos que vão lá longe ao desconhecido em busca do sentido que poderá ter a vida em <em>El Auge del Humano </em>(Eduardo Williams) ou outro que prefere uma arma na mão do que duas vidas a voar em <em>Soldado </em>(Manuel Abramovich). Seis mulheres reformadas dilatam o passar do tempo numa sala de cinema em <em>Las Cinéphilas </em>(María Álvarez) e um casal subtrai o sentido de rotina quando re-visita um clássico em <em>La Vendedora de Fósforos </em>(Alejo Moguillansky). Finalmente, um realizador instala-se n’ <em>Una Ciudad de Provincia </em>(Rodrigo Moreno) para coleccionar quotidianos e seguir cães até ao infinito.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas curtas, temos cinco tomadas de posição que se definem, cada uma, por uma singular geografia emocional: uma rapariga que entra numa casa que já não é sua em <em>Antes de Irme </em>(Mariana Sanguinetti); uma neta que propõe uma viagem ao passado em <em>Fiora </em>(Martina Juncadella e Martín Vilela); um irmão que superprotege a irmã em <em>Nosotros Solos </em>(Mateo Bendesky); ziguezagues dramáticos com Nova Iorque como pano de fundo em <em>Dear Renzo </em>(Francisco Lezama e Agostina Gálvez) e uma chamada de atenção que dá forma a uma animação em <em>Ian </em>(Abel Goldfarb).</p>
<p style="text-align: justify;">Pensar sobre os dezoitos filmes que compõem a programação deste ano significa reconhecer, também, que não só as lentes estão focadas nas acções dos protagonistas, mas os olhares dos cineastas estão alinhados com o que estas representam, numa espécie de retaliação assertiva do presente que habitam. São retratos precisos e atrevidos que transitam por ordens sociais, procuras e periferias. Estamos, à margem do óbvio e dos géneros, perante uma programação profundamente humanista e inquieta. É nesta inquietude que vive o AR, onde o cinema argentino é, por quatro dias, o lugar onde cabem todos os espaços e tempos, essa tal chamada “festa do cinema” para a qual estão todos convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, queremos agradecer às instituições e organismos parceiros do AR e da VAIVEM e que nos têm permitido consolidar e crescer. Obrigada à EGEAC, à Embaixada da Argentina em Portugal, à Câmara Municipal de Lisboa, ao Cinema São Jorge. Obrigada ao IPDAL. Obrigada aos media partners e à super equipa de família e amigos. Obrigada à Cinemateca Portuguesa. <em>Gracias </em>Zenit, <em>gracias </em>INCAA (Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales). Esperamos poder continuar a contar com todos e estar aqui novamente a agradecer no ano que vem.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria João Machado</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
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		<title>Programa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:09:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Quinta-feira 21 de Junho 18.30h — RAPADO, Martín Rejtman &#124; Cinemateca Portuguesa 20h — POÉTICAS CURTAS, Vários realizadores &#124; Cinema São Jorge 21.30h — SILVIA PRIETO, Martín Rejtman &#124; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quinta-feira 21 de Junho</strong></p>
<p>18.30h — RAPADO, Martín Rejtman <span style="color: #808080;">| Cinemateca Portuguesa</span><br />
20h — POÉTICAS CURTAS, Vários realizadores <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorg</span>e<br />
21.30h — SILVIA PRIETO, Martín Rejtman <span style="color: #808080;">| Cinemateca Portuguesa</span><br />
22h — INVISIBLE, Pablo Giorgelli <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span></p>
<p><strong><br />
Sexta-feira 22 de Junho</strong></p>
<p>18.30h — LOS GUANTES MAGICOS, Martín Rejtman <span style="color: #808080;">| Cinemateca Portuguesa</span><br />
20h — SOLDADO, Manuel Abramovich <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span><br />
21.30h — COPACABANA | ENTRENAMIENTO ELEMENTAL PARA ACTORES, Martín Rejtman <span style="color: #808080;">| Cinemateca Portuguesa</span><br />
22h – EL AUGE DEL HUMANO, Eduardo Williams <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span></p>
<p><strong><br />
Sábado 23 de Junho</strong></p>
<p>20h — LAS CINÉPHILAS, María Álvarez <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span><br />
21.30h — DOS DISPAROS, Martín Rejtman <span style="color: #808080;">| Cinemateca Portuguesa</span><br />
22h — MOCHILA DE PLOMO, Darío Mascambroni <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span></p>
<p><strong><br />
Domingo 24 de Junho</strong></p>
<p>20h — LA VENDEDORA DE FÓSFOROS, Alejo Moguillansky <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span><br />
22h — UNA CIUDAD DE PROVINCIA, Rodrigo Moreno <span style="color: #808080;">| Cinema São Jorge</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agradecimentos e Apoios</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 14:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[AR – 4º Festival de Cinema Argentino Direcção artística e produção geral Maria João Machado Programação e produção VAIVEM Assistência de Produção Lucas Gómez, VAIVEM Coprodução VAIVEM &#8211; EGEAC / Cinema [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>AR – 4º Festival de Cinema Argentino</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Direcção artística e produção geral <strong>Maria João Machado<br />
</strong>Programação e produção <strong>VAIVEM</strong><br />
Assistência de Produção <strong>Lucas Gómez, VAIVEM<br />
</strong>Coprodução <strong>VAIVEM &#8211; EGEAC</strong> / <strong>Cinema Sã</strong><strong>o Jorge – Secção Panorama</strong> | <strong>Coprodução VAIVEM – Cinemateca Portuguesa – Retrospectiva de Martín Rejtman<br />
</strong>Tradução &amp; Legendagem <strong>VAIVEM &amp; Zenit Subtitulado<br />
</strong>Trailer <strong>Pedro Orellana<br />
</strong>Comunicação <strong>VAIVEM, Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VAIVEM</strong> é uma associação cinematográfica fundada em 2013 com sede em Lisboa, Buenos Aires e extensão em Quito, que se dedica a pôr em circulação e dar visibilidade àquelas obras valiosas de espírito independente que estão por fora das lógicas de distribuição e exibição do cinema comercial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Agradecimentos</strong> Alexandra Gaspar, Américo Santos, Ana Filipa M. Heitor, António Pinto Ribeiro, Bernardo Bergeret, Catarina Vaz Pinto, Constanza Sanz Palacios, Chakall, Diego Batlle, Diogo Bento, Embaixador Oscar Moscariello, Festival do Rio, Festival de Cinema de Curitiba, Festival de Curtas Vila do Conde, Fernando Lima, Filipe Domingues, Francisco Barbosa, Grémio Literário, IndieLx, IPDAL, Joana Gomes Cardoso, João Pedro Bérnard, João Gerardo, João Rosas, José Manuel Costa, Maria Manuel Ferreira, Laurentina Pereira, Laurinda da Silva Santos Rodrigues, Luis Miguel Oliveira, Manuel Mozos, Manuel Veiga, Maria Adélia G. Santos Machado, Marina Uva, Matías Mateo, Mercedes Funes, Miguel Honrado, Monica Perez, Natalia Acceto, Nitrato Filmes, Paulo Neves, Porto/Post/Doc, Rodolfo Lucero, Rosa Martínez Rivero, Ruda Cine, Salomé Lopes Coelho, Sandra de Almeida, ShortCutz, Tiago Alves, Pedro Faro, Vasco Câmara, Violeta Bava. <strong>Um agradecimento especial</strong> a todos os realizadores e produtores argentinos e aos incansáveis do costume Ivana Ruiz, João Pedro Machado, Maria Joana Vilela e Pablo Méndez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apoios</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/apoyos-junio2018ok.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-879" src="http://arcinemaargentino.com/wp-content/uploads/2017/06/apoyos-junio2018ok.jpg" alt="apoyos-junio2018ok" width="1015" height="200" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trailer de AR – 4° Festival de Cinema Argentino en Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 19:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/271752378?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="AR-2018" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trailer</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 01:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/169786868" width="640" height="360" frameborder="0" title="AR :: 2o Festival de Cinema Argentino :: S&atilde;o Jorge 29 Junho -2 Julho :: 2016 Lisboa PORTUGAL" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>EL AUGE DEL HUMANO, Eduardo Williams</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 22:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2016, 97’ Três rapazes abrem o seu campo de possibilidades, procuram conexão e há um mistério que os une: são humanos. Este primeiro filme de Williams -depois de um [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ficção, 2016, 97’</p>
<p style="text-align: justify;">Três rapazes abrem o seu campo de possibilidades, procuram conexão e há um mistério que os une: são humanos. Este primeiro filme de Williams -depois de um exemplar percurso nas curtas- escapa a sinopses descritivas. Aqui a trama entrecruza-se e desvia-se. O olhar é híbrido, acompanhado e dividido em partes pelas texturas da imagem, filmada com três câmaras diferentes. É um filme vertiginoso, existencialista. Não há um fio condutor e voa-se da Argentina às Filipinas passando por Moçambique, porque esta é, também, uma história de viagens sem rumo definido mas com os pés bem assentes no chão. <em>A forma tem um sentido, está unida ao conteúdo</em>, diz este jovem realizador que nos entrega um dos mais agudos olhares do cinema argentino.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Locarno 2017</p>
<p style="text-align: justify;">Realização <strong>Eduardo Williams</strong> | Argumento <strong>Eduardo Williams</strong> | Fotografia <strong>Joaquín Neira</strong>, <strong>Eduardo Williams</strong>, <strong>Julien Guillery</strong> | Montagem <strong>Alice Furtado</strong>, <strong>Eduardo Williams</strong> | Som <strong>Milton Rodríguez</strong>, <strong>Roy Llanes Roncales</strong>, <strong>Pedro Marinho</strong>, <strong>Joseph Dennis Asunción Gagarin</strong> | Interpretação <strong>Sergio Morosini</strong>, <strong>Shine Marx</strong>, <strong>Domingos Marengula</strong>, <strong>Chai Fonacier</strong>,<strong> Irene Doliente Paña</strong> | Produção <strong>Violeta Bava</strong>, <strong>V. Marotta</strong>, <strong>Rosa Martínez Rivero</strong>, <strong>J. Quevedo</strong>, <strong>R. Teixeira</strong></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/177163078?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="EL AUGE DEL HUMANO de Teddy Williams (Trailer)" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>NOSOTROS SOLOS, Mateo Bendesky</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 21:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 16’ A Débora e o Facundo são irmãos inseparáveis. Ela tem onze anos e é surda, ele tem dezoito e custa-lhe vê-la crescer. Bendesky propõe, com grande sobriedade, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2017, 16’</p>
<p style="text-align: justify;">A Débora e o Facundo são irmãos inseparáveis. Ela tem onze anos e é surda, ele tem dezoito e custa-lhe vê-la crescer. Bendesky propõe, com grande sobriedade, uma possibilidade que mudará para sempre a dinâmica entre os dois.</p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Mateo Bendesky</strong> | Argumento <strong>Mateo Bendesky</strong> | Fotografia <strong>Roman Kasseroller</strong> | Montagem <strong>Ana Godoy</strong> | Som <strong>Santiago Fumagalli</strong> | Interpretação <strong>Vicente Correa</strong>, <strong>Lucrecia Garrido</strong>, <strong>Mónica Raiola</strong>, <strong>Claudio Rangnau</strong> | Produção <strong>Mateo Bendesky</strong>, <strong>Florencia Clérico</strong></span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>ENTRENAMIENTO ELEMENTAL PARA ACTORES, Martín Rejtman</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2014 21:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2009, 52’ ​Rejtman trabalha pela primeira vez em colaboração e junta-se a um encenador, também ele um detalhista, Federico León. A premissa era pensar o ensino artístico, mais precisamente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2009, 52’</p>
<p style="text-align: justify;">​Rejtman trabalha pela primeira vez em colaboração e junta-se a um encenador, também ele um detalhista, Federico León. A premissa era pensar o ensino artístico, mais precisamente a interpretação, uma encomenda do canal de televisão público que, finalmente, nunca chegou a ir para o ar. Sérgio é um professor-guru que ensina máximas e técnicas para actores. Cada palavra que diz é um eco de academias e instituições de ensino da arte dramática. Desconcerta e, logo, acerta porque ser actor é um trabalho por andares construídos sobre um rés-do-chão emocional muito mais profundo do que às vezes pode parecer. A genialidade deste pequeno mas assertivo trabalho é que os seus alunos são crianças de oito a doze anos, uma tamanha descompostura cheia de graça.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; KunstenFestivalDesArts 2009</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Federico León</strong> | Argumento <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Federico León</strong> | Fotografia <strong>Gustavo Nakamura</strong> | Montagem <strong>Karina Flomenbaum</strong> | Som <strong>Catriel Vildosola</strong> | Interpretação <strong>Agustín Prieto</strong>, <strong>Candelaria Toria</strong>, <strong>Carlos Portaluppi</strong>, <strong>Fabián Arenillas</strong>, <strong>Julián Zuker</strong>, <strong>Lourdes Reynoso</strong>, <strong>Luca Damperat</strong>, <strong>Luis Sichel</strong>, <strong>Matías Delgado Rizzi</strong>, <strong>Melanie Guignant</strong>, <strong>Micaela Vega</strong>, <strong>Milena Psevosnik</strong>, <strong>Paula Egdechman</strong>, <strong>Ulises Bercovich</strong> | Produção <strong>Martín Rejtman</strong>, <strong>Federico León</strong>, <strong>Violeta Bava</strong></span></p>
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		<title>INVISIBLE, Pablo Giorgelli</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 21:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficção, 2017, 87’ ​Ely é uma adolescente que vive com a mãe, com quem mantém uma relação distante. Estuda, trabalha e vive uma rotina monótona num subúrbio de Buenos Aires. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ficção, 2017, 87’</p>
<p style="text-align: justify;">​Ely é uma adolescente que vive com a mãe, com quem mantém uma relação distante. Estuda, trabalha e vive uma rotina monótona num subúrbio de Buenos Aires. Um dia descobre que está grávida de um homem mais velho e casado. Diz o realizador que <em>o meu filme tem principalmente a ver com a solidão e o desamparo, com a procura da identidade numa etapa determinante como é a adolescência. A questão da gravidez e a possibilidade do aborto aparecem depois</em> e são o pano de fundo de um filme onde se gritam silêncios porque se emudecem quotidianos. Na Argentina, como em todos os países da América Latina, o aborto é ilegal -ainda que, claro, se faça na mesma e de muitas maneiras, para todos os bolsos- e a sociedade vive nessa hipocrisia. Giorgelli compõe um retrato íntimo e urgente, bem visível e sem golpes baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt; Veneza 2017</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Pablo Giorgelli</strong> | Argumento <strong>Pablo Giorgelli</strong>, <strong>María Laura Gargarella</strong> | Fotografia <strong>Diego Poleri</strong> | Montagem <strong>María Astrauskas</strong> | Som <strong>Edson Secco</strong>, <strong>Martín Litmanovich</strong> | Interpretação <strong>Mora Arenillas</strong>, <strong>Mara Bestelli</strong>, <strong>Diego Cremonesi</strong>, <strong>Agustina Fernández</strong>, <strong>Paula Fernández Mbarak</strong>, <strong>Jorge Waldhorn</strong> | Produção <strong>Juan Pablo Miller</strong>, <strong>Ariel Rotter</strong>, <strong>Tarea Fina</strong>, <strong>Aire Cine</strong></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/257573525?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="INVISIBLE_TRAILER_Marzo 2018" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>IAN, Abel Goldfarb</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Mar 2014 21:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[pablo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Animação, 2017, 8’ Ian é o menino de nove anos com paralisia cerebral que deu origem a esta curta de animação. Este trabalho foi criado em colaboração com a Fundação [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Animação, 2017, 8’</p>
<p style="text-align: justify;">Ian é o menino de nove anos com paralisia cerebral que deu origem a esta curta de animação. Este trabalho foi criado em colaboração com a Fundação Ian e põe o foco sobre a inclusão social das pessoas com incapacidades neurológicas e motrizes. Criada a meias em <em>stop motion</em> (com materiais encontrados no lixo) e em 3D.</p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="color: #666666;">Realização <strong>Abel Goldfarb</strong> | Argumento <strong>Gaston Gorali</strong> | Fotografia <strong>Juan Elías</strong> | Montagem <strong>Abel Goldfarb</strong> | Som <strong>José Luis Díaz</strong> | Produção <strong>Juan José Campanella</strong>, <strong>Roberto Schroder</strong>,<strong> Fundación IAN</strong>, <strong>Mundoloco</strong></span></span></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/245528101?app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" title="&quot;Ian&quot; - Trailer" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
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